Despedidas

bolo do kesk 1 - bolo do kesk 1
Os estudantes brasileiros que ficaram um ano letivo nos Estados Unidos estão de volta ao Brasil. A expectativa da família brasileira era grande e a alegria do reencontro deve ter sido maior ainda. As famílias americanas, por sua vez, viveram momentos difíceis na despedida, que, na verdade, são uma prova de que a experiência de intercâmbio valeu a pena.

Recebemos o depoimento de Lynn, mãe anfitriã no Colorado, que recebeu o Carlos Eduardo, do Rio de Janeiro.

We put Carlos on the plane this morning. We are all heartbroken. This is the hard part about exchange programs. Saying good bye. It was horrible. He didn’t want to leave, we didn’t want him to leave. Ugh!!!!! I can’t even imagine not seeing or talking to him everyday. I spent the last 9 months laughing more than I have in years.
Silvia, you must know that he was a perfect fit for our family.

fam  lia toda do kesk - fam  lia toda do kesk

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Minha experiência como mãe intercambista

<p>Bárbara Feitosa tornou-se mãe de intercâmbio em julho de 2007 e desde então tem muitas histórias para contar:

Kristina rein e hf - Kristina rein e hf

Passar pela experiência de ter um intercambista em casa é inesquecível. E mais inesquecível ainda se torna quando “esse anjinho” nos cativa, conquista, emociona e mostra que é uma pessoa ESPECIAL…

Nossa filha intercambista foi a Kristina Rein, ela tem origem Kasaquistanense-alemã, e ao contrário da visão que tinhamos do seu país de origem ela trouxe na mala um pedacinho SUPER especial e diferenciado de sua cultura, sendo ela capaz de mudar nossa visão pré-conceituosa, possibilitando assim o nosso aprendizado.

Um ano com ela passou mais rápido que o tempo de espera pela sua chegada. Os preparativos de despedida nos oferecem uma dupla sensação de saudades e satisfação.

Sua figura conseguiu representar fielmente a KRISTINA que descrevia em sua carta. Uma:
Kristina
Responsável
Irreverente
Simples
Testemunha
Internacional
Normal
Amorosa

Com essa figura: aprendemos bem mais do que ensinamos. Emociona-me falar dela. Sua garra nos fascinou e nos fez visualizar que as famílias podem ser cada vez mais unidas, através do respeito às diferenças. Uma garota jovem, discreta, responsável, paciente, compreensível que com sua pouca idade já conhece os valores mais importantes para produzir um mundo melhor.

As diferenças de idiomas, a princípio, nos distanciava dificultava a comunicação, mas em compensação conseguíamos viver intensamente cada momento utilizando-se de ferramentas que facilitavam nossa convivência diária. Creio que ela leve em sua bagagem a figura de uma família brasileira que a ama e sempre a terá no álbum de família.

No entanto declaráramos todo o nosso amor pela nossa filhinha.

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A Estônia está mais perto!

Em julho de 2008, receberemos 8 estudantes estonianas para passar um ano aqui. Desde 2003, o Brasil tem crescido como destino de intercâmbio para jovens estonianos. No momento, temos estonianos em Petrolina, Fortaleza, Caxias do Sul, Belém, Caçapava e Lagoa Santa. No ano passado, os estudantes ficaram Gravatal, Brotas, Maricá, Rio de Janeiro, Campinas e Vitória. Com isso, muitos brasileiros aprendem um pouco mais sobre este país jovem e distante, mas muito próximo no coração de tantas famílias brasileiras.
Segue abaixo um depoimento da mãe brasileira de um estoniano em intercâmbio no Brasil no ciclo 2007/2008.

andreas allikma hf - andreas allikma hf
Andreas Allikma: um rosto, a simpatia no olhar, mas a dúvida quanto ao lugar de onde ele vinha. Estônia !!!
Que país é este ??? Existe ??? Onde ??? Nunca ouvimos falar!!!! Então, eu e minhas filhas começamos a pesquisar para sabermos onde se localizava, qual a língua oficial do país, seu clima, entre outras tantas coisas…
Descobrimos que o país de Andreas existia sim. Sua localização era ao norte da Europa, fazendo divisa com a Rússia e Letônia, separado da Finlândia pelo golfo da Finlândia. Sua população, segundo censo de 2000, era de 1.361.242 pessoas para uma área de 45.000 km2. Puxa, Kadrina, sua cidade na Estônia, com um poucomais de 3.000 habitantes… Pequena demais!!! Inverno bastante rigoroso com neve de 75 a 135 dias por ano…
Imaginava alguém muito sério, difícil comunicação com alguém em que o país de origem estava sendo descoberto por nós naquele momento. Pedimos mais candidatos para seleção, no entanto o Andreas já havia nos conquistado. A Sarah insistia para que ele fosse o nosso desafio !!! E assim foi …
Lembro com graça quando fomos buscá-lo no aeroporto de Porto Alegre. Era uma noite muitíssimo fria, e Andreas estava vindo do Rio de Janeiro, vestindo camiseta e camisa de mangas curtas. Perguntei a ele se queria um casaco, e ele me respondeu que não sentia frio, e que estava muito bem daquele jeito. Percebi nesse momento que este estoniano era mesmo muito resistente, e com o passar do tempo ficou claro que não era apenas ao frio. Nosso menino que veio com aviso de que fumava 04 cigarros por dia, foi aceito mesmo não tendo nenhum fumante na casa, e por conta própria fez força para largar o vício. Temos muito orgulho dele, também por este fato.
Jovens têm problemas. “Eu sou louco”, é assim que Andreas fala de si. Mas, ele é encantador, não há melhor companhia para assistir filmes, pelo menos, é o único aqui de casa que não dorme no meio deles. Gosta muito de música, toca teclado muito bem, e está fazendo aulas de bateria aqui no Brasil, pois quer ter a sua banda na Estônia. Temos um pequeno estúdio em casa, Maurício toca muitos instrumentos e tem uma banda, e a Sarah já faz aulas de bateria há muitos anos .. penso que isso o estimulou ainda mais a aprender bateria.
Mc Donalds, sanduíche de bacon e Pizza Hut são a grande paixão de Andreas aqui no Brasil. Andreas foi muito bem aceito pelos colegas de escola, e é muito querido por todos onde quer que esteja … time de futebol, grupo de amigos de meus filhos (que agora são seus amigos também), família, … ele é muito engraçado com o seu jeitinho estoniano de ser …
Agradecemos imensamente a todos que oportunizaram à nossa família o convívio com este “estoniano amado”, que hoje me chama de mami, e que nos mantém em contato com sua família na Estônia, a qual hoje nos parece conhecer há muito, e pela qual temos um carinho muito especial.

Heloisa Broliato

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O mundo é João Ferreira

Mais um texto do nosso rico baú de lembranças dos nossos estudantes e ex-estudantes. Foi publicado no boletim informativo de setembro de 2004.
Antes - Antes
Cara comunidade YFUana, João Ferreira é uma megalópole. Caso vocês não sejam muito bem informados ou sua matéria preferida na escola tenha sido outra que não geografia, vou lhes dar uma mãozinnha - mas por favor, não fiquem mal acostumados. A capital secreta do mundo fica a 15 minutos de Juiz de Fora, tem no máximo 100 habitantes e se resume a uma rua (ou uma viela se preferirem).
Por favor não parem de ler por aqui achando que o autor desse texto está louco. Quando digo que o mundo é onde Judas perdeu as botas ou onde o vento faz a curva é o Mundo, é porque ele realmente é micro.
Bem, acho que é hora de me apresentar - antes que minha mãe leia isso e diga que essa não foi a educação que ela me ensinou, ou pelo menos tentou… Sou Vítor Carvalho Miranda, fiz intercâmbio na Alemanha - bem lá no norte, quase na Dinamarca - em 98/99 e há algum tempo venho tentando ser um ex-intercambista ativo.
A razão para tantas coincidências que vocês verão acontecerem, só pode residir no fato do mundo ser do tamanho de João Ferreira. Quando menos se espera, acha-se alguém conhecido ou que conhece algum conhecido seu.
Quando do meu ano de intercâmbio fiz um estágio no extinto consulado brasileiro em Hamburgo e, dentre outras coisas, fiz alguns vistos. Nesse tipo de procedimento analisa-se as fichas dos requerentes e qual não foi a minha surpresa quando li que um futuro intercambista iria para minha cidade. Algumas páginas a frente fiquei ainda mais impressionado: NOSSA! Ele vai para minha escola! E algumas linhas abaixo vi que ele morava a 1,5 km da minha casa em Westerrönfeld. O mais legal de tudo é que ele foi para a minha turma, e isso é uma enorme coincidência já que há 9 turmas da mesma serie.
Algo parecido aconteceu agora na escola onde estava dando o curso de orientação para os brasileiros que chegaram agora na Alemanha (aproveitando, faço um pequeno relatório da experiência: foi muito legal dar orientação para os tupiniquíns na Kartofelnland, já que os
gringos me suportaram 2 em Language Camps.Tudo correu sem grandes problemas e foi uma experiência gratificante e prazerosa). Qual não foi a minha surpresa quando chega um alemão dizendo que havia morado um ano com sua família na cidade vizinha à Capital Secreta do Mundo, freqüentara a minha escola e por fim tinha tido aulas com minha mãe.
Fato bem interessante também é que fui hospedado por uma ex-intercambista que veio para o Brasil e para quem eu dei aulas de orientação em meu primeiro LC.
Me ocorre agora uma outra curiosidade. Todos os intercambistas que vão para Deutschland tem um encontro no meio do ano para refletir sobre a experiência. Lá tem-se a oportunidade de se rever alguns conhecidos e conhecer pessoas de todos os cantos de João Ferreira, quero dizer, do Mundo. E no meu Mittelseminar conheci a Elsa, irmã da Leonor de Ilhéus (irmã do Geraldo para quem eu dei aulas agora na Alemanha).
Anos depois comecei a namorar uma Alemã que veio fazer um semestre na minha Universidade por meio de um convênio entre a UFJF e a Universidade de Passau. E qual não foi a minha surpresa quando ela estava vendo minhas fotos e reconheceu uma amiga sua: a Elsa irmã da Leonor.
Por todas essas curiosidades, encontros e desencontros, prezados membros do AEI-YFUi, recomendo-lhes atenção redobrada quando quiserem aprontar por aí!
“Êta mundin piqueno, sô!”

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O intercâmbio não tem fim

Há alguns anos publicamos em boletins informativos alguns textos de ex-estudates. Neste blog, publicaremos alguns para que estes ótimos textos não fiquem guardados na gaveta.

Camila e hsis pb 1 - Camila e hsis pb 1Meu nome é Camila. Fui intecambista na Alemanha entre 1999 e 2000 onde morei na cidade de Dresdem, capital da Saxônia, com uma família composta pelos pais (Monika e Ebehard), dois filhos (Stephan e Anna) que moravam na casa e mais uma (Mirjam) que estudava e residia em Berlim. Não preciso dizer que o ano de intercâmbio foi uma experiência inigualável na minha vida, a qual eu venho renovando desde que voltei através de serviço voluntário prestado ao YFU, visita ao meu país anfitrião e recepção de visitantes alemães. Posso e quero falar de todas essas formas que encontrei de manter acesa em minha vida a chama da experiência que vivi, mas vou começar pela visita que recebi em outubro de 2002.
Ainda durante meu intercâmbio na Alemanha meus pais anfitriões já planejavam uma visita ao Brasil para conhecer a minha família, minha cultura, meu país. Poucos meses antes do meu retorno nós já tínhamos feito vários planos, mas só pudemos colocá-los em prática dois anos depois. Meus pais chegaram no aeroporto de Guarulhos bem cedinho aquele dia. Fui buscá-los com um sorriso que vinha de uma orelha até a outra. Só esperava a Moni e o Ebs (forma carinhosa como meus pais são chamados), mas ganhei de presente a companhia da Anna, que veio de surpresa passar umas semanas comigo!
Minha família viajou por quatro estados do nosso Brasil. Começaram por Minas, subiram até a Bahia depois desceram para o Rio para voltar para São Paulo. Infelizmente eu não pude acompanhá-los em todas as viagens, mas fiz o possível para participar ao máximo da experiência de intercâmbio que eles viveram no meu país.
Não sei se vocês já tiveram a oportunidade de trazer para o seu mundo pessoas que vivem uma realidade completamente diferente da sua. Para mim essa foi uma das experiências mais recompesandoras que eu tive até agora. Imaginem vocês as pessoas com quem convivi debaixo de muito frio e neve, num país de primeiro mundo onde tudo funciona com a precisão de uma engrenagem, colocadas na minha frente de chinelo havaiana, blusa do Olodum e nariz vermelho queimado de sol. Imaginem essas mesmas pessoas nadando numa lagoa azul em Ilha Grande (RJ) abraçados naqueles macarrões coloridos que são usados de bóia ou para fazer exercícios de hidroginástica. Imaginem, ainda, essas mesmas pessoas comendo churrasco na chácara da minha avó e tirando foto do pudim de leite condensado para mostrar para os que ficaram na Alemanha todas as novidades que existem por aqui.
Eu poderia passar horas e horas descrevendo para vocês todas os momentos memoráveis que passei com essa família aqui no meu país. Guardo tudo no coração: desde as coisas mais simples como ir ao supermercado ou arrumar a cama até o encontro e a despedida no aeroporto. Foram momentos inesquecíveis que eu só posso desejar que todos tenham a oportunidade de viver um dia.
Acreditem, pois o intercâmbio realmente não tem fim! Isso ocorre porque ele não é exclusivo daquele que pagou o programa e foi viajar. A experiência de intercâmbio envolve os familiares, amigos, futuros colegas de trabalho, namorados, maridos ou esposas, filhos, gente desde o seu cantinho de origem até a sua terra anfitriã. Ele nos acompanhará pelo resto de nossas vidas nas músicas que ouvirmos, nos cheiros que nos trazem lembranças, nas fotos, comidas, cartas, telefonemas e na saudade desse tempo tão mágico que vive escondido num cantinho do nosso coração.
Um beijo grande à todos!!
Camila Teixeira de Almeida

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OMA - Orientação do meio do ano

No YFU, os estudantes costumam ter, pelo menos, três orientações: uma na chegada, uma no meio do período, uma antes do retorno para o país de origem.
Entre janeiro e março, as OMAs ocorreram em várias cidades brasileiras. No Rio de Janeiro, a reunião foi realizada no mês de janeiro, aproveitando que duas estudantes de Teresina, PI, estavam aqui. A orientação foi realizada no escritório nacional do YFU, com quatro estudantes alemãs. Depois, do encontro, Paula Solano, que conduziu a orientação, e as estudantes almoçaram no centro do Rio, em um prédio histórico, e depois visitaram uma exposição sobre samba no Paço Imperial, na Praça XV.
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O Espírito Santo foi o estado brasileiro que mais recebeu estudantes estrangeiros no ciclo 2007/2008. A representante de Vila Velha, Christine Almeida, reuniu grande parte do grupo em sua casa para a OMA do ES. Foi a reunião com o maior número de estudantes, reunindo os jovens que estão em Vila Velha, Serra, Castelo, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e São Mateus.
Pelos sorrisos, a OMA foi um sucesso!
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Ouro Preto reuniu as estudantes de Uberaba, Lagoa Santa e Conselheiro Lafaiete. O tempo estava feio, mas, naquele cenário, isso era o que menos importava.
Ouro Preto  YFU 001 - Ouro Preto  YFU 001

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Miguel na França

cave - cave

Eu me chamo Miguel, sou de Curtiba. Atualmente (Agosto 2007- Julho 2008) estou fazendo intercâmbio na França, já estou aqui há 5 meses e a cada dia me sinto mais em casa e mais habituado. O começo, apesar disso fazer parte da brincadeira, não foi fácil, por vários motivos. Um deles porque saí de uma cidade de 2 000 000 de habitantes e vim para uma de 2 000. A cidade se chama Bréhan e se situa no centro da Bretanha (Noroeste da França), mas isso não foi um grande problema porque minha familia de acolho é legal e nós viajamos bastante. Aqui eu tenho uma irmã de 20 anos e um irmão de 23, mas eles só vêm nos finais de semana porque eles fazem faculdade em Angers e Rennes, respecitvamente.
Eu gosto de comparar as diferenças entre o Brasil e a França, e quando possível compartilhá- las com meus amigos e meus «pais», algumas vezes eu sinto falta do Brasil mas também tenho certeza que vou sentir falta de algumas coisas daqui.
Eu jogo futebol e tênis pela minha ciadade, o futebol é bem legal apesar de ter passado frio nos primeiro dias de inverno, mas depois me acostumei. Esporte na cidade é uma das coisas que eu aconselho porque é o jeito mais fácil de se integrar e fazer amigos na sua cidade.
Eu contei um pouco da minha vida aqui na França, espero que tenham gostado e se tiverem alguma dúvida podem me mandar um e-mail que eu responderei com o maior prazer.

Miguel.

COXA - COXA

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Ana Carolina no Equador

ana carolina equador - ana carolina equador
Hoje vamos conhecer um pouquinho da experiência da Ana Carolina, de Maricá, RJ, no Equador. Segundo voluntários de lá que estiveram no Brasil em outubro para um treinamento da Associação Latino Americana (ALA) do YFU, ela é conhecida entre eles como a “princesa”, por ser muito educada, muito simpática e estar sempre sorrindo. Vamos ver o que ela tem para nos contar.

Hola
Estou mandando este email para agradecer esta oportunidade de ser una intercambista e tambem para dicer o quanto eu estou gostando daqui .
Estar aqui esta sendo uma experiencia maravilhosa ,porque estou tendo chance de conhecer lugares interesantes,aprender a cultura ,o idioma tudo isso esta sendo muy chevere(muito bom) .
Vou contar um pouco como estou pasando aqui :
A cultura tem algumas semelhancas ,como por exemplo a comida é parecida mas tem uma forma de preparar diferente o que dá um outro sabor .
Aqui tem costume no almoco ter dois pratos ,o primeiro é uma sopa que dentro dela pode colocar pipoca ou chifles(que é banana verde cortadas bem finas em rodelas e fritas )muito gostoso .Depois o segundo prato é parecido com o nosso só tem um pequeno detalhe nao comemos feijao .
Quanto ao clima, estou na serra por isso faz frio ,as vezes sai um sol bonito mas nunca se pode sair sem levar um casaco porque o clima aqui muda muito rapido.
Ambato é cidade bonita e tranquila , eu moro perto do centro e se tenho que fazer alguma coisa como por exemplo ir ao banco posso ir caminhando ,fica uns 10 minutos.
Amo muito minha familia aqui porque eles me tratam bem ,aos domingos saimos a familia junta que sao :minha mama que se chama Carmem ,minha irma de 6años Anita,mi papa Eduardo para conhecer uma nova cidade.
Ate agora tive oportunidade de conhecer mais de 5 cidades e pude tirar foto de um vulcan mas nao da para ver direito porque tinha muitas nuvens .
No colegio estou em 3º curso Quimico -Biologico ,o colegio é bem bonito grande tem muitas quadras para fazer varios esportes,estou praticando um esporte que so tem em Ambato que se chama Juego de 15 .
Amizades aqui tambien me gustan mucho sai algumas vezes com meus amigos para ir a discoteca ,aqui toca muito Reggueton e é muito bom este ritmo de musica.
Em este ultimo final de semana estava de paseo com a organicao de YFU Ecuador .Fomos ao oriente ,na Amazonia estavamos hospedados em um hotel chamado casa del Suico que é localizado dentro da mata e do hotel da para ter ume vista maravilhosa de um rio chamado Napo.
As atividades que fizemos la foram caminhadas na floresta ,conhecemos um pouco dos medicamentos naturais que o pueblo que vivi ao redor utiliza ,comi formiga que tem sabor de limao ,nadamos no rio com boias , visitamos um pueblo indigena onde se comunicavam em Quichua um idioma deles e espanhol tambiem,mostran como: fazen para cacar , se proteger de insetos , manter o alimento sem bacterias ;vimos os artesanatos como sao feitos ,tudo é produzido com material natural.Visitamos tambem um lugar onde tem 22 especies de borboletas.Esse paseo foi umas das experiencias mas interesantes .
Quanto ao idioma compriendo bem ,so tem algumas palavras que nao conheco o significado,mas comprendo o sentido da frase ,consigo me comunicar bem ,apesar de nao falar com uma devida acentuacion porque eu falo com um pouco de sutaque brasileiro.Entao a pronunciacao nao sai muito bem .
Enfim estar aqui esta sendo uma grande aprendizagem muito grande e estou apreveintado muito .E agradeco a todos voces por estar me proporcionando todo isso.
Muchas Gracias ,
Besos Ana Carolina

ana carolina na escola equador - ana carolina na escola equador

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Julia na Alemanha

julia e pais com trajes t  picos - julia e pais com trajes t  picos
O plano de fazer intercâmbio era bem antigo. Afinal, desde os 7 anos de idade, Julia, de Maricá, RJ, conviveu com os estudantes estrangeiros que vêm para o Brasil fazer intercâmbio, pois a orientação de chegada dos estudantes internacionais do YFU acontecem na sua casa. À medida que foi crescendo, Julia desenvolveu um interesse maior pela Alemanha e criou laços de amizade com vários estudantes que passaram pela sua casa durante o curso de chegada ou por que precisaram de uma família temporária. Finalmente, chegou a hora de ela mesma fazer intercâmbio. No final de julho de 2007, Julia embarcou com o grupo que foi para a Alemanha e, depois das 4 semanas de curso de alemão, foi para a casa da Katharina, estudante alemã que passou um ano 2006/2007 na casa da Julia. Vamos ver o que ela tem a nos contar:
Meu nome é Julia Iglesias e estou na Alemanha há cerca de 2 meses e meio. Tenho que dizer que me despedir da minha familia, dos meus amigos e da minha “antiga” vida não foi nada fácil, porém, com 30 minutos sozinha com o povo que veio junto comigo, já estávamos hiper amigos ….. e isso ajudou muito! Quando cheguei aqui na Alemanha (depois de quase 2 dias de viagem) desembarquei em Bremen e lá fui muito bem recebida pela minha família temporária, e toda essa fase de adaptacao ao ritmo de vida alemão, devo a eles …. Morei lá em Bremen durante um mês, pois tive um curso de alemão junto com 7 outros brasileiros, dentre os que vieram junto comigo.
Esse curso foi FUNDAMENTAL. Agradeco muito à Steffi (professora de alemão), ao Joe(professor de orientacão) e a Nadya (organizadora do nosso curso, que cá entre nós, já era minha amiga há alguns anos … desde quando ela foi fazer intercâmbio no Brasil, e eu estava morando na casa dela neste primeiro mês) ….. Além de terem sidos ótimos professores, foram muito pacientes, esforcados e amigos para tudo …. =)
Mas para mim foi muito difícil sair desta primeira família para vir para a minha definitiva … Eu não consegui dormir nos dois últimos dias em que estive em Bremen, estava realmente nervosa, porque já estava completamente adaptada naquela família, porém, no dia 5 de setembro eu peguei o trem que me traria para a minha família definitiva. Devo confessar que eu tinha mala demais (1 grande com 30 kilos, uma pequena com 15 kilos e uma mochila com 5 kilos) e isso me complicou um pouco na hora de trocar de trem …. mas gracas a Deus deu tudo certo e cheguei bem….

Na minha Chegada, minha mãe e minha irmã estavam me esperando na estação. Nesta família em que moro agora tenho 4 irmãos e 4 irmãs. Todos são muito legais comigo, realmente amo essa família e já estou completamente adaptada desde a segunda semana…. A mais nova das minha irmas (Katharina, 17 anos) morou em minha casa, no Brasil, por um ano também … nós somos realmente amigas e o nosso relacionamento é muito bom!
Neste primeiro mês depois que cheguei aqui, quase não parei em casa … logo no dia em que cheguei fui conhecer meu time de handball, deixei minhas malas em casa e fui para uma festa com a minha irmã… minha primeira “social” na cidade e todo mundo foi bem legal comigo …..

Nas últimas 3 semana o frio resolveu aparecer de verdade… tem dias em que eu saio para escola e está fazendo 5° ou 0° …. nem preciso dizer que quase morro congelada né?! …. DETALHE .. aqui está no Outono, quando o inverno chegar, aí sim que viro um sorvete …

* Rotina:
Aqui meu dia comeca as 6:20. Nese horário eu acordo todos os dias para tomar banho, café e me arrumar para escola, todos os dias. Pego o ônibus com a minha irma às 7:25. Na escola tenho quase todos os dias 6 aulas e intervalo de 2 em 2 aulas (exceto segunda, quer tenho 9 aulas) ….
Tenho treino de handball 3 vezes por semana (treino em 2 times, mas só jogo oficialmente em 1 deles) e cada treino tem cerca de 2 horas. No mesmo ginásio em que treino, no primeiro piso tem a “Hallenbad” (que é uma piscina aquecida), e lá eu vou 2 vezes por semana.
Tenho também aulas de alemão 2 vezes por semana (cada aula dura cerca de 1 hora) e aulas de danca na escola todas as quintas (que na verdade querem que eu ensine forró e samba).

*Escola:
Na primeira semana eu era A NOVIDADE da escola… todo mundo olhava para mim o tempo todo e sempre que eu passava cochichavam “ela é a brasileira não é?!”, mas falar comigo que é bom, nada ….. ninguém falava ….
Mas isso só foi assim até uma certa palestra que teve na minha escola, com a representante local do YFU, e lá eu tive que falar sobre o meu intercâmbio …. Eu tava morrendo de medo de falar em inglês na frente de um monte de gente, mas acabou que foi muito legal! Eu e minha irmã falamos juntas e todo mundo ficou fascinado como a gente se dá bem e como a gente gesticula para falar…. hahaha …. acharam tudo muito legal … até porque eu imitava certas situações de quando a Katy esteve no Brasil ….

*Vida Social:
A minha vida social está voltada para festinhas, shows e bares da cidade. Como a minha cidade é pequena e não temos muito o que fazer aqui, sempre tem uma festinha na casa de alguém, e quando não tem festa, saio com amigos da escola para Bares, shows ou na sala da Banda (tenho alguns amigos na escola que fazem parte de uma banda, e de vez em quando vamos lá na sala da banda dele, para conversar e nos divertir um pouco).
Aqui a minha família também esta sempre junta, então quase todo final de semana fazemos algo juntos, como sair para almocar ou algo do gênero.

Bom … este foi um resumo da minha experiência aqui na Alemanha … espero que gostem!
Beijos ….
Julia

julia e katy irmas - julia e katy irmas

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Carlos nos Estados Unidos

kesk e ab  bora - kesk e ab  bora
No fim de agosto de 2007, mais um grupo de brasileiros partiu para sua experiência de intercâmbio nos Estados Unidos. Um deles foi o Carlos, do Rio de Janeiro, que está atualmente no Colorado, totalmente mergulhado no estilo de vida americano. Pelo orkut e por seu blog, ele mantém a família e os amigos a par do que anda fazendo por lá. Felizmente, ele nos deu autorização para compartilharmos seus textos e fotos com todos do YFU. Vamos ver o que ele tem a dizer:
carlos casa - carlos casa
Rotina:
A vida aqui ta comecando a ficar “normal”, to me acostumando agora com os horarios, com os deveres de casa, treinos de futebol e essa semana como eh a semana do Homecoming tem varios programinhas,hj comprei um casaco do colegio mto manero e ganhei uma camisa minha amiga comprou pra mim e por falar em comprar tive que comprar um tenis novo ae vi um na promocao por 25 dollares ae quando cheguei na loja nao tava mais 25 dollares e sim TREZE dollares e nao eh tenis vagabundo e um RBK de basquete mto irado..qnd que no brasil ia comprar um RBK original por trezes reais??nunca!!
cada dia faco um amigo ou amiga nova e to ficando cada vez mais amigos dos intercambistas e eh mto manero pq as vezes so a gnt compreende oq o outro ta sentindo!!
ta comecando a ficar frio aqui rapaz!! mas todo mundo me diz que nao ta frio que daqui a um mes eu vou ver o que eh frio!!

Homecoming:
Meu Homecoming foi mtooo irado cara, primeiro fomos pra casa dos avos da minha “date” pra tirar as fotos,eu com um frio do cacete e todo mundo falando que tava um tempo agradavel e minha mão congelando..depois fomos prum restaurante chines e depois fomos pro colegio pra sta..iradao mas os caras aqui dancam muito engracado uahsuahusahusahuas
machuquei minha mão abrindo uma porta no colegio minha mão ficou presa ae tiver que puxar ae machuquei e ainda dei a sorte de ser na mão direita,entaum nao dava pra escrever mas agora ta melhorando..po uma parada que esqueco sempre de falar mas hj lembrei.Sabe aquele programa South Park,os criadores estudaram no meu colegio e tem 2 professores inspirados em professores do meu colegio..amanha a representante da YFU(companhia do intercambio) vem aqui em casa pra ver como ta tudo!
hoje liguei ae pro Brasil e minha mae ja falou que ja to falando diferente imagina daqui a um ano…


carlos futebol americano - carlos futebol americano
Esportes:
Hoje fui em mais um jogo de futebol americano do meu colegio e eh claro ganhamos,futebol americano somos os melhores..sabado passado meu time de futebol jogou no estadio muito irado entrar no estadio e ve a torcida olhando pra voce,mo pressao mas foi mto irado..no final do primeiro tempo o placar era 1x0 pra gnt ae o tecnico teu um esporro falando que queria mais e entaum me boto como atacante pra comecar o segundo tempo entaum fiz o segundo gol a partir do meu gol o time comecou a jogar certo e o placar final foi 8x0! chocolate,lavada!
o time de beiseball da minha cidade ta muito bem ta nos playoffs( quartas de final) e isso nao acontecia a 15 anos e eles tao quase na semi final,ae talvez iremos num jogo e vo comprar uma camisa!!
amanha escrevo mais!!
Aula de inglês:
outra coisa muito engracada que aconteceu hoje foi que na aula de Ingles a gente tinha que apresentar uma peca ae falei pro meu grupo que eu nao gostaria de falar muito por causa do meu sotaque e tb pq eu poderia falar algumas palavras erradas ae eles falaram tudo bem,ae eles viram e falam:Carlos voce vai ser o cara que morreu, ae falei beleza! ae na hora que fomos apresentar as garotas do grupo viram pro outro cara do grupo e falam,bota o carlos nas costas e traz ele pra dentro da sala e carlos voce vai ta morto.. ae o cara era mais baixo do que eu! mto engracado..ae ele me boto nas costas e fomos pra peca ae na hora que entramos na hora que ele me bota no chao foi rapido de mais que bati a cabeca no chao ae todo carlos voce ta bem ae respondi to morto e morto nao fala! ae geral se mijo de rir e fiquei la morto a peca toda! muito engracado!!!
po cara cada dia conheco mais gente sao umas 4 pessoas por dia..muito irado aki!
Neve:
hoje a noticia quando acordei foi..Carlos pq voce nao acordo mais cedo tava nevando!!
entam nem vi neve ainda pq acordei tarde! ae qnd acordei ja tinha derretido..foi bem pokinho e hj ta chuvendo pela primeira vez aki!
essa semana so tenho aula ate quarta depois vo ficar na boa!!!
Beijoooos

kesk e o boneco de neve - kesk e o boneco de neve

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